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Coluna do Teco

A partir desta edição, o site da Luandre conta com um espaço dedicado à economia e finanças pessoais. A Coluna do Teco é voltada para jovens, adultos e 'maduros' e transmite de maneira realista e cômica situações do dia-a-dia. Impossível não se identificar com alguma de suas histórias.

O responsável pela transmissão das mensagens e conhecimentos é Luiz Gustavo Medina que trata o assunto de forma fácil e descontraída, como em seus livros 'Investindo em ações – os primeiros passos', 'Investindo sem Erro' e 'Investindo no Futuro'.

Além de escritor, Luiz Gustavo, ou Teco como muitos o chamam, é colunista da revista Elas & Lucros, controller da consultoria em recursos humanos Luandre, apresentador do programa semanal 'Fim de Expediente', da Rádio CBN, e sócio da empresa M2 Investimentos.

O economista tem 32 anos, estudou no Colégio Rio Branco, em São Paulo, graduou-se pela PUC e em Finanças pelo Ibmec Business School e carrega uma bagagem de conhecimento e experiência no mercado financeiro há quase 10 anos.

Confiram uma breve entrevista que a Luandre fez com o Teco e divirtam-se com seus artigos.

Luandre – Os livros 'Investindo em Ações – os primeiros passos', 'Investindo sem erro' e 'Investindo no Futuro' são guias de 'primeira viagem' para aqueles que estão iniciando ou sentem vontade de investir em ações. O tema é abordado de forma simples e clara, e a leitura é fácil e prazerosa. Quando você sentiu vontade de escrever livros para iniciantes?
Teco – Desde quando me interessei pelos assuntos sentia falta de livros mais didáticos na área. A imensa maioria dos livros era em inglês ou era para pessoas com algum conhecimento. Quando passei a dominar mais os assuntos, percebi que ainda não tinham esses livros, por isso, resolvi escrever os três. Hoje já existem centenas de títulos interessantes que permitem a qualquer pessoa aprender sobre o mercado financeiro.

L – Existem livros e artigos de especialistas que defendem a idéia de incluir uma matéria sobre economia na grade curricular de crianças e adolescentes com o intuito de ensiná-los a 'trabalhar' com dinheiro e investimentos antes de entrarem na vida adulta. Qual sua opinião sobre o assunto?
T – Isso é fundamental! Basta imaginar que alguém que se forma em psicologia, por exemplo, se forma aos 24 anos sem nunca ter tido nenhuma aula de finanças ou economia. Por outro lado, essa pessoa já tem cartões, cheque especial, às vezes já casou ou comprou um carro. Tudo isso com conhecimento zero sobre o assunto. É difícil imaginar que nesse contexto as coisas podem dar certo economicamente falando

L – Por que, teoricamente, as mulheres têm mais dificuldade em gerenciar suas finanças do que os homens? Ou isso é mito?
T – Isso é uma realidade que está mudando. Durante séculos as mulheres cuidavam da casa e dos filhos e os homens dos negócios e investimentos. Com a chegada das mulheres ao mercado de trabalho, elas estão cada vez mais independentes e interessadas em cuidar do seu próprio dinheiro. Outra curiosidade é que as mulheres normalmente obtêm rendimentos muito melhores do que os homens por serem mais pacientes e cuidadosas

L – Em um ano de crise, qual sua recomendação para o nossos leitores da newsletter Luandre, sua grande maioria profissionais de RH?
T – Em termos de investimentos, as pessoas terão que começar a correr mais riscos se quiserem obter retornos maiores. Vivemos um momento onde os juros no mundo inteiro estão próximos a zero e no Brasil cairão pela primeira vez para um dígito, sendo assim, as aplicações mais conservadoras perdem rendimento e as mais agressivas ganham espaço. Para quem pode correr riscos, a hora de comprar ações é agora.


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